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Tuesday, October 21, 2008

Onde é que estão...

... as outras 399 lésbicas de Fiães!? Hmm!??

Come out, come out, wherever you are!!

Tuesday, April 8, 2008

:) :) Eu vou! :) :)

"Lésbicas serão tema central da parada gay espanhola"

«A parada gay de Madri deste ano, que será no dia 5 de julho, levará para as ruas a luta das lésbicas que pedem por visibilidade.

A decisão, aceita por unanimidade, ocorreu durante o encontro de Ong's gays, lésbicas, bissexuais e transexuais do país. Durante o encontro, também foram discutidos temas como direito dos imigrantes e homossexualidade na terceira idade.

Segundo a Coordenadora da Área de Políticas Lésbicas da Federação Estadual de Gays, Lésbicas, Bissexuais e Transexuais, Carmen Hernández, todos os representantes das Ong's foram solidários ao tema proposto, e concordaram que a maior carência das lésbicas na Espanha, atualmente, é a visibilidade.»

Saturday, December 1, 2007

"Lésbicas e a SIDA"

"O risco bem documentado de transmissão mulher para mulher do HIV mostra que as secreções vaginais e o sangue menstrual podem conter o vírus e que a exposição das membranas mucosas (oral, vaginal) a estas secreções pode potencialmente conduzir à infecção pelo HIV."

"Dia 1 de Dezembro é Dia Mundial de Luta contra a Sida. De acordo com o Centers for Disease Control (CDC), as mulheres contabilizam mais de um quarto dos novos diagnoósticos de HIV. As mulheres de cor são especialmente afectadas pelo HIV/SIDA. Mas e as lésbicas? Que posição tomam no ranking de infecções pelo HIV/SIDA?

"Bem, há algumas boas e algumas más notícias nessa frente. Por um lado, parece haver muito poucos casos documentados de transmissão sexual da doença, mulher para mulher. Por outro lado, do modo que o CDC acompanha a SIDA torna muito difícil documentar a transmissão mulher para mulher.

"Mas ainda que as lésbicas não estejam a contrair a doença através do sexo com mulheres, mulheres lésbicas e bissexuais estão tão sujeitas a contrair a doença por outros meios: sexo com homens, uso intravenoso de drogas, violação e até inseminação artificial. Na verdade, em alguns destes grupos, as lésbicas têm maiores probabilidades de contrair o HIV.
Não deverias estar informada?"

"Aqui estão os factos sobre as lésbicas e o HIV/SIDA"

Thursday, November 8, 2007

L de...

... Lésbicas em Lagos. LLLLoads of them!! E a partir deste mês ainda há mais uma!


... Lesbians in Lagos. Montes dellllas!! And from this month on there's even one more!

:) Digam coisas, sistas! Keep me posted!


(Para as mais pitósgas, a legenda: "Amo-te Tania. Ass: Alisson". Está escrito numa rua central de Lagos, bem em cima dos estaleiros de obras!)

Monday, October 15, 2007

"Lésbicas em cohabitação ganham mais que mulheres casadas"

Um estudo realizado nos Estados Unidos da América obteve resultados interessantes, mesmo para nós, portuguesas e portugueses:

"Num novo estudo publicado na 'Industrial Relations', Lisa K. Jepsen da Universidade de Northen Iowa avança um passo para a determinação de se os empregados homossexuais são compensados de maneira diferente, comparando os seus rendimentos aos dos heterossexuais em condições de vida semelhantes"

"(...) Enquanto que estudos anteriores sobre diferenças de ordenado entre lésbicas e mulheres heterossexuais foram baseados em amostras muito pequenas de homossexuais, este novo estudo inclui dados de mais de 14 mil mulheres."

"Jepsen descobriu que os rendimentos médios de lésbicas em cohabitação são mais altos que os de mulheres heterossexuais em cohabitação ou casadas. Pesquisas anteriores mostraram que mulheres sem filhos ganham mais que as com filhos, e as lésbicas, de modo geral, tem menos probabilidade de terem filhos que mulheres heterossexuais. Contudo, lésbicas em cohabitação ainda ganham mais que outras mulheres em coabitação, mesmo quando a maternidade é excluída como factor na possível causa das discrepâncias de salário. (...)"

"«Os meus resultados também sugerem que as lésbicas podem sair-se melhor no mercado de trabalho que os homens gay, a quem a maiorira dos estudos considera ganharem menos que em comparação com homens heterossexuais»" diz Jepsen, mas realça que apesar destas descobertas positivas «a discriminação pode estar presente sob outras formas que precisam ser investigadas, tais como no processo de contratação».

Tuesday, July 31, 2007

"Chile: apoio económico para três associações lésbicas que tienen projectos acerca da visibilidade, violência e cultura"

"Três organizações lésbicas - Agrupación Las Otras Familias, Colectiva La Perlita y Colectiva Lésbica Mafalda de Concepción - foram apoiadas com fundos para que se lancem os seus projectos dirigidos à comunidade lésbica, nada mais que trabalho político de visibilidade.

O Fundo Alquimia, ONG que doa fundos através de concursos para iniciativas das mulheres, confiou este ano, de modo inédiro, em três colectivos que apresentaram os seus projectos em acerca da visibilidade, violência e actividades culturais."

"A Agrupación Lésbica Las Otras Familias - dirigida pela professora Emma de Ramón - apresentou o seu projecto "Geração e Distribuição pela Internet de Registos Audiovisuais sobre diversidade lésbica", cujo objectivo é socializar as diversas realidade lésbicas, recuperando e visibilizando histórias de vida que hoje se encontram fragilizadas e agredidas por um discurso social que assume a heterossexualidade como norma única."

"Por sua vez, a Colectiva Lésbica Muro Activista La Perlita obteve o apoio ao seu projecto denomidado "La Batu Perlita", que procura processos e ferramentas para formar a primeira batucada lésbica que se apresente em marchas e protestos, seguindo o exemplo das companheiras argentinas "Lesbian Banda" que participaram na Marche Lésbica desenvolvida em Fevereiro em Santiago do Chile"

"Finalmente, o Colectiva Lésbica Malfalda, que só conta com pouco mais de um ano no activismo em Concepción, ganhou fundos para o seu projecto denominado "Eu Quero", que pretende impulsionar uma campanha que visibilize a violência nas relações lésbicas das regiões, sendo esta uma realidade silenciada e escondida pelas próprias lésbicas."

Sunday, July 22, 2007

A saúde das lésbicas é negligenciada

No início de 2006 foram divulgadas as conclusões de um inquérito levado a cabo em Inglaterra pela associação LGBT Stonewall, que expuseram lacunas imensas na qualidade dos serviços de saúde prestados às mulheres que amam mulheres - por oposição aos que são ministrados a outras mulheres.

Este ano prepara-se novo inquérito, pela mesma Stonewall, e já estão lançados apelos para que respondam o maior número possível de mulheres que praticam sexo homossexual. O objectivo não é simplesmente contabilizar os casos de deficiente assistência médica, mas perceber a profundidade e origem desta situação de preconceito profissional.

Este inquério destina-se só a mulheres do Reino Unido, mas é uma exemplar iniciativa que deveria ter emitadores em todo o lado, fossem governos ou associações, e com particular pertinência em Portugal, neste Ano Europeu de Igualdade de Oportunidades para Todos.

Friday, June 15, 2007

“Uso da Fertilização In-Vitro a aumentar entre lésbicas”

Esta notícia provém de Inglaterra, mas pode-se adivinhar que fenómeno idêntico chegará eventualmente a mais países europeus, incluindo Portugal.
Recordo que no nosso país as lésbicas estão legalmente impedidas de recorrerem a ajuda médica para engravidarem, nem podem ser mães por adopção, pelo que a maternidade só lhes chega por meios milagrosos! Urge simplificar essa situação por meio de legislação!

O número de lésbicas a usar a fertilização in-vitro está a aumentar, segundo estatísticas.
Entre 1999 e 2006, o número de ciclos de tratamento para casais lésbicos triplicou de 300 por ano para quase 1000. Durante o mesmo período, o número de ciclos de tratamento a que se submeteram mulheres solteiras só duplicou.
Mas os peritos dizem que o maior grupo de mulheres a liderar a corrida à fertilização in-vitro são mulheres com mais de 40 anos, indiferentemente das sexualidades.
Quase 40.000 ciclos de tratamento foram providenciados a estas mulheres em 2006, e os seus números aumentaram 15% em apenas um ano.


Angela McNab, chefe executiva da Autoridade de Fertilização Humana e Embriologia (HFEA), que publicou os números por ocasião da conferência anual da autoridade, em Londres na terça-feira, disse ao ‘The Independent’ que o crescimento da procura para as mulheres com mais de 40 anos era preocupante. (...)

De momento, cada centro de saúde do serviço nacional de saúde aparta separadamente os fundos para os tratamentos de uma FIV. Qualquer mulher que queira submeter-se a eles terá de ser examinada por um médico que fará uma averiguação pelo bem-estar da criança. Durante essa averiguação, eles apurarão a necessidade de um pai, pela criança. Eles inspeccionam a estrutura familiar e as equipas ‘gay-friendly’ avalizam o uso da FIV caso a criança posso ter um forte modelo de papel masculino, tal como um tio ou vizinho. Contudo, alguns centros de saúde irão opor-se ao uso de FIV nos casos em que acreditem que a criança necessita de um pai.
A legislação está correntemente sob revisão pelo Governo.


O custo médio de um ciclo de tratamento está entre 5900 e 11.800 euros. Uma mulher que tenha três ou quatro ciclos, em média quantos são necessários antes que uma mulher conceba, enfrentará uma factura de pelo menos 17.700 euros e até 47.200 euros.

Tuesday, June 12, 2007

“assédio” a casal lésbico suscita crítica do PSOE contra polícia

PSOE interpela o Congresso sobre a passividade policial diante do «assédio dos vizinhos» a um casal lésbico de Rioja

"O deputado do grupo socialista no Congresso, Francisco Garrido, levantou uma interpelação parlamentar para pedir explicações ao Governo sobre a actuação das Forças e Corpos de Segurança do Estado com respeito ao “assédio” que desde há meses sofre uma casal homossexual residente no município de Rioja (Almería) por parte de alguns dos seus vizinhos.
Segundo consta no documento com data de 6 de Junho e a que teve acesso a Europa Press, a família composta por duas lésbicas e dois filhos menores fruto do relacionamento anterior de uma delas, interpôs numerosas denúncias no posto da Guarda Civil de Rioja sem que se tenham produzido acções sobre a causa das mesmas.
"

"A situação de assédio “implacável”, que já foi denunciada pelo Colectivo de Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais da provincia de Almería (Colega Almería), teve o seu último episódio na semana passada quando ambas encontraram a fachada e porta de sua casa cobertas de ovos «uma galinha morta ensopada de sangue, envolta em sal».
Para Garrido, este acto destinado a «atemorizar o casal com símbolos de bruxaria» assim como a utilização de expressões como «sapatão» ou ameaças como «vou matar-te» e «vou arrancar-vos o útero pela boca» exigem medidas de protecção oficial que, de facto, não se adoptaram."

"O deputado do grupo parlamentar socialista no Congresso insta, então, na sua interpelação, que se explique por que motivos a «Guarda Civil de Rioja não deteve os culpados» de tais ameaças que constituem «uma agressão verbal e psicológica para as vítimas». De facto, uma delas está sob tratamento médico enquanto que a outra integrante do casal «está no limite das suas forças».
Por sua parte, os da Colega-Almería fizeram um chamamento para terminar com «este assédio de pesadelo de que sofre o casal» e urgiram o colectivo a lutar com a interposição de denúncias contra este tipo de situações no mundo rural, que asseguram «muito fértil» para este tipo de agressões devido a quase nula «sensibilidade social»."

Wednesday, June 6, 2007

Série lésbica espanhola será emitida pela internet

Já apartir de Julho!

"A série fala dos enredos sentimentais de um grupo de amigas, quase todas lésbicas. É uma comédia ágil, sensível e entretida com uma estética moderna e cuidada, que chega com a intenção de divertir todos que a vejam, independetemente da sua orientação sexual.

"'Chica busca chica' foi concretizada pela produtora online 'Sin talento'. Emitir-se-á um capítulo de 10 minutos por semana a partir da página http://www.seriechicabuscachica.com/ y irá estrear-se na sexta-feira 29 de Junho, coincidindo com o Europride 2007.

(...) As guionistas, Sonia Sebastián Tova e Olga Iglesias Durán, disseram que "fazia falta uma série de e para mulheres lésbicas, que conquistásse um pouco de visibilidade para o colectivo.""

Recordo que o Europride deste ano irá realizar-se em Madrid! As lésbicas internautas do mundo aguardam expectantes! :)

Sunday, April 29, 2007

Invasão lésbica de Madrid

Como anuncia o site do evento ‘Nosotras Somos Todas’, tratar-se-á do primeiro ‘Macrofestival’ dirigido apenas a mulheres lésbicas de todos os cantos do país vizinho. A decorrer em Madrid no próximo Sábado, dia 5, o evento foi divulgado por uma ‘caravana’ que percorreu as cidades maiores e estabeleceu uma rede de relações públicas.
Para dançarem toda a noite contarão com as prestações das DJ’s Silvia Sánchez, Moni-K, Shivvy, Lara e Sara Pinel.

A intenção deste evento não é primariamente emparelhar lésbicas solteiras, mas reunir numa-massa-só lésbicas que noutros ambientes não atreveriam assumir-se. Perante o público geral, cada uma é anónima naquele corpo comunitário, cada uma é livre. Quer-se relativizar o peso da visibilidade, anular, na 'tabela homofóbica das moralidades', a importância do estigma que veicula uma vergonha infundada sobre as lésbicas, e "normalizar" a sua realidade. Representa por isso uma afirmação política, pelo que é muito significativo que grandes empresas se tenham disposto a apoiar o ‘Megafestival’.

A organização NST dá ‘as caras’ por esta afirmação, e oferece toda a ajuda que possam necessitar quem quiser participar: locais de compra de ingressos, indicações para o local do evento, informações sobre os diversos meios de transporte, alojamento e outros serviços disponíveis.
Em Portugal iniciativas lúdicas semelhantes só as festas regulares Lesboa, das quais não se conhece motivação ideológica.

Sunday, April 15, 2007

Esperma de origem feminina

A notícia científica do ano!

Investigadores de uma universidade inglesa afirmam ter descoberto como criar espermatozoides a partir de células da medula óssea. As investigações, que por agora se limitam a testes em ratos de laboratório, acalentam as esperanças de casais lésbicos.

(...) Se a experiência tiver exito os casais de lésbicas poderiam ter filhos biológicos com óvulos de uma delas e o esperma da outra. Contudo, como aponta o Daily Mail, se se abusar da técnica os homens poderiam ser eliminados do processo preprodutivo.
Não obstante, para a professora Karim Nayernia do Instituto de Células Estaminais North-East Englad, o uso principal desta técnica seria dar filhos a homens inférteis.


Apesar de a técnica estar ainda em desenvolvimento, e de haver a limitação de o esperma feminino só vir a gerar crianças femininas, esta notícia representa sem dúvida uma nova esperança para muitas lésbicas, além dos casais com problemas de fertilidade.

E é nesse ponto que a avalização da técnica vai estar mais dependente das interpretações éticas que forem extrapoladas da descoberta: ainda se dita maioritariamente na europa, e mundo, que a assistência médica para a fertilidade deve favorecer casais heterossexuais. As leis portuguesas que regulamentam a procriação medicamente assistida barram homossexuais e pessoas solteiras de beneficiarem de ajuda para realizar esse objectivo: ter filhos.
Deseja-se, por isso, que esta técnica também não se torne exclusiva à heteronormatividade, já que é sabido haverem muitas lésbicas que desejariam conceber filhos seus por inteiro.

Wednesday, April 11, 2007

Lésbicas nepalesas escapam a captura

Tinha acabado de ter conhecimento através deste site, quando uma 'voyer' atenta, e atenciosa, do Eyes On me informou, através de outro comunicado, sobre a mesma notícia:

A caminho do trabalho - uma clínica de rastreio do HIV - duas mulheres suspeitas de serem lésbicas - 16 e 20 anos - foram capturadas e aprisionadas por guerrilheiros maoístas. Foram interrogadas durante 6 horas e submetidas a 'testes para se averiguar se eram lébicas. Desde aquele dia 2 de Março foram obrigadas a comportarem-se 'de modo heterossexual' e a treinar técnicas militares. Conseguiram fugir do campo militar e contactar a única organização LGBT do Nepal, a 'Blue Diamond Society'.
Os maoístas fazem parte da coligação no governo, e a sua líder, Hisila Yami, declarou, no mês passado, que 'não perseguiam homossexuais, mas também não encorajavam o seu comportamento'. Esta foi a reação às crescentes chamadas de atenção por parte da comunidade internacional para as violações dos direitos das minorias sexuais.

"Em Janeiro a Alta Comissária das N.U para os Direitos Humanos, Louise Arbour, criticou o novo governo nepalês por não pôr fim à discriminação contra a comunidade LGBT."
"Os membros da comunidade LBGT são arbitrariamente presos, deditos sem audiência e agredidos e torturados por guardas prisionais."
"No ano passado a polícia prendeu 26 transexuais numa só busca. De acordo com a Blue Diamond, foram levad@s para a esquadra central de Hanuman Dhoka, em Katmandu, onde ficaram detid@s durante semanas sem poderem contactar ninguém."
"A Blue Diamond também disse que os funcionários de projectos de prevenção do HIV são regularmente assediados pela polícia."
"No ano passado Nepal foi um dos vários países nomeados no relatório de violações dos direitos humanos do State Department (governo norte-americano)"

Thursday, April 5, 2007

Lesbofobia_6

Há alguns posts atrás compilei algumas notícias que resumiam situações de lesbofobia ocorridos num passado recente. Mas só no período da semana que passou reportaram-se em agências noticiosas lgbt, via internet, mais um ‘bom’ conjunto de casos de lesbofobia por esse mundo.
Cá vão as sinteses de 4 incidentes:

“México: expulsam uma aluna por condutas lésbicas numa escola de Tabasco”

Este caso aconteceu em Fevereiro passado. Uma coordenadora de escola expulsou, não pela primeira vez, uma aluna cujo comportamento durante os tempos livres foi vigiado, avaliado e julgado como ‘delinquente’. Em Outubro do ano passado ocorrência idêntica havia resultado na sanção de um grupo de raparigas, que incluiu ‘acompanhamento psicológico correctivo’. A comissão Estatal de Direitos Humanos foi alertada dos factos, e reagiu exigindo uma investigação rigorosa, uma sanção à funcionária e o regresso da aluna à escola.

“Lésbica Ugandina procura asilo nos Estados Unidos”

Eu odeei-me desde esse dia”. “Odeei a minha família por sujeitar-me a tamanha tortura, e contudo acharam que era um bom castigo para mim”.
Olivia Nabulwala refere-se à perseguição de que foi vítima pela família, quando souberam que era lésbica. Durante anos insultaram-na, e desta vez esmurraram-na, despiram-na, prenderam-na ao chão e escarneceram dela enquanto era violada por um estranho. Há mais de 10 anos que a perseguição motivada pela orientação sexual é aceite nos Estados Unidos como alegação de motivo em pedidos de asilo. No Uganda a homossexualidade é sujeita a pena de prisão entre 1 e 4 anos. Se Olivia não conseguir asilo, voltará para lá.

“Atletas profissionais lésbicas ainda lutam contra os estereótipos”

Uma treinadora de uma equipa de basquetebol feminino demitiu-se num momento decisivo da época desportiva, justificando-se com incompatibilidades com as jogadoras lésbicas da equipa. Estas situações iam acontecendo em surdina, nos bastidores do desporto, mas houve quem a processásse com queixas de discriminação. O desporto é habitualmente território propício a homofobias, mas já se notam algumas mudanças, em parte catalizadas por campanhas de consciencialização e leis anti-discriminatórias.

“Beijo lésbico em jornal de escola enfurece pais”

Um questionário sobre sexo anal, uma reportagem sobre um vibrador e uma fotografia de duas mulheres beijando-se sob um título “Porque os homens gostam de mulheres que gostam de mulheres”, foram demasiadas ‘provocações’ para os pais aguentarem. Alguns pais querem um debate público, por tratar-se de ‘pornografia acessível a crianças, à custa impostos dos contribuintes’. O director da escola admitiu que uma linha de decência e profissionalismo tinha sido ultrapassada, e debateu em privado o sucedido, enquanto que o conselheiro pelo jornal defendeu que a intenção era informar os alunos, em vez de chocar, embora fosse provável que causásse contovérsia. “Este é um lugar para os alunos expressarem a sua perspectiva e falarem sobre assuntos que os estão a incomodar” (...) “É algo que os pais esperam que os filhos ignorem até depois do casamento. (...)”

Para reportar situações de lesbofobia:
lesbophobie@sos-homophobie.org
ilga-portugal@ilga.org
umar.lisboa@netcabo.pt ou umarpt@netcabo.pt
homofobia@mail.pt

Outros recursos: Lesbofobia_1; Lesbofobia_2; Lesbofobia_3; Lesbofobia_4; Lesbofobia_5

Tuesday, April 3, 2007

Têm que conhecer...

Não apenas porque o Eyes On já foi clicado ali, mas porque há ultrajes em curso no Iraque.
E é preciso denunciar, como se faz noutros países, tão longíquos.

Conheçam o pior do mundo: Iraqui LGBT UK e UK Gay News (com fotos)