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Monday, October 15, 2007

"Lésbicas em cohabitação ganham mais que mulheres casadas"

Um estudo realizado nos Estados Unidos da América obteve resultados interessantes, mesmo para nós, portuguesas e portugueses:

"Num novo estudo publicado na 'Industrial Relations', Lisa K. Jepsen da Universidade de Northen Iowa avança um passo para a determinação de se os empregados homossexuais são compensados de maneira diferente, comparando os seus rendimentos aos dos heterossexuais em condições de vida semelhantes"

"(...) Enquanto que estudos anteriores sobre diferenças de ordenado entre lésbicas e mulheres heterossexuais foram baseados em amostras muito pequenas de homossexuais, este novo estudo inclui dados de mais de 14 mil mulheres."

"Jepsen descobriu que os rendimentos médios de lésbicas em cohabitação são mais altos que os de mulheres heterossexuais em cohabitação ou casadas. Pesquisas anteriores mostraram que mulheres sem filhos ganham mais que as com filhos, e as lésbicas, de modo geral, tem menos probabilidade de terem filhos que mulheres heterossexuais. Contudo, lésbicas em cohabitação ainda ganham mais que outras mulheres em coabitação, mesmo quando a maternidade é excluída como factor na possível causa das discrepâncias de salário. (...)"

"«Os meus resultados também sugerem que as lésbicas podem sair-se melhor no mercado de trabalho que os homens gay, a quem a maiorira dos estudos considera ganharem menos que em comparação com homens heterossexuais»" diz Jepsen, mas realça que apesar destas descobertas positivas «a discriminação pode estar presente sob outras formas que precisam ser investigadas, tais como no processo de contratação».

Wednesday, June 6, 2007

O ofício tem destas coisas... eróticas!

Trabalho novo: recuperação de edifício inacabado e incaracterizado, de hotel para hospital.

Em comentários sobre a estrutura o arquitecto referiu-a como esbelta, bem proporcionada apesar de grande, e a necessitar de um véu que a cubra, que realce o bom e esconda o mau... “transparente numas zonas e rendada de florzinhas onde não se pode deixar ver para dentro.
E eu reajo:
- As zonas pudendas, portanto...
- Isso mesmo, as zonas pudendas da menina! – acrescenta o arquitecto.
- Ou seja, esse é um edifício erótico. – concluo com risos.
Silêncio por instantes...

E dispara a minha mente:
Mas que problema têm estes gajos com o corpo feminino? Oh francamente... será que não têm carne, nem olhos? Que adianta fingirem-se púdicos, agora? Se no meu lugar estivesse um homem, a metáfora ter-se-ia rapidamente inflamado para uma conversa pornográfica, e aqui estão estes marmanjos cheios de reservas com a poesia erótica da arquitectura!

Friday, March 16, 2007

PostIt

Vou ausentar-me uns dias.

Ossos do ofício.

Até já.

(Parabéns sista C.)