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Sunday, August 26, 2007
Tuesday, July 31, 2007
"Chile: apoio económico para três associações lésbicas que tienen projectos acerca da visibilidade, violência e cultura"
"Três organizações lésbicas - Agrupación Las Otras Familias, Colectiva La Perlita y Colectiva Lésbica Mafalda de Concepción - foram apoiadas com fundos para que se lancem os seus projectos dirigidos à comunidade lésbica, nada mais que trabalho político de visibilidade.
O Fundo Alquimia, ONG que doa fundos através de concursos para iniciativas das mulheres, confiou este ano, de modo inédiro, em três colectivos que apresentaram os seus projectos em acerca da visibilidade, violência e actividades culturais."
"A Agrupación Lésbica Las Otras Familias - dirigida pela professora Emma de Ramón - apresentou o seu projecto "Geração e Distribuição pela Internet de Registos Audiovisuais sobre diversidade lésbica", cujo objectivo é socializar as diversas realidade lésbicas, recuperando e visibilizando histórias de vida que hoje se encontram fragilizadas e agredidas por um discurso social que assume a heterossexualidade como norma única."
"Por sua vez, a Colectiva Lésbica Muro Activista La Perlita obteve o apoio ao seu projecto denomidado "La Batu Perlita", que procura processos e ferramentas para formar a primeira batucada lésbica que se apresente em marchas e protestos, seguindo o exemplo das companheiras argentinas "Lesbian Banda" que participaram na Marche Lésbica desenvolvida em Fevereiro em Santiago do Chile"
"Finalmente, o Colectiva Lésbica Malfalda, que só conta com pouco mais de um ano no activismo em Concepción, ganhou fundos para o seu projecto denominado "Eu Quero", que pretende impulsionar uma campanha que visibilize a violência nas relações lésbicas das regiões, sendo esta uma realidade silenciada e escondida pelas próprias lésbicas."
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7/31/2007 08:55:00 PM
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tags: apoio, associativismo, Chile, cultura, lésbicas, projectos
Monday, June 18, 2007
"Chile: impulsionam workshops inéditas para mães lésbicas"
Enquanto que em Portugal se reúnem grávidas para uma amena festarola como forma de alertar para o problema da baixa natalidade e de promover a vontade de maternidade, há países outros - teoricamente menos desenvolvidos (peço desculpa por esta observação, mas faz-se necessária face à presunção típica do 'português') - em que se incentiva e (in)forma aquelas mulheres que se sentem, e são, discriminadas na possibilidade de serem mães - as mulheres lésbicas.
“Este projecto inédito no Chile procura gerar uma instância para troca de experiências entre mães lésbicas e casais de lésbicas de planeiam ser mães.
Organizado por ‘As Outras Famílias’, agrupamento surgido do caso da juíza lésbica Karen Atala, o workshop procura oferecer elementos conceptuais e práticos às mães lésbicas para enfrentarem da melhor maneira os preconceitos do meio social no qual se desenvolvem como unidade familiar não tradicional.”
“«A diversidade familiar tem sido um dos temas a que temos conseguido dar visibilidade nos últimos anos. A maternidade lésbica contribui para que todos entendamos a importância de dar ao conceito de família novos significados. É uma tarefa humana e um dever político conseguir que a nossa sociedade valorize a riqueza do diverso» afirma Emma de Ramón, que é doutorada em História, presidente de ‘As Outras Famílias’ e parceira da juíza Karen Atala.”
“O workshop inédito estará a cargo da psicóloga Paulina Cuevas, e terá como principal objectivo facilitar a troca de experiências entre lésbicas que são mães, aquelas que acompanham a criança das suas parceiras, ou casais de mulheres que desejam tornar-se mães no futuro.
«Estamos a fazer história. É a primeira vez que no Chile se realiza um workshop de grupo cujas detinatárias são mães lésbicas, sejam mães biológicas ou da criança. Um dos aspectos centrais do workshop será a revisão das nossas atitudes e crenças em torno da nossa orientação sexual e maternidade lésbica. Isto é importante, pois a herança de valores que recebemos das nossas próprias famílias, que interiorizamos e integramos na nossa experiência adulta, muitas vezes também faz parte de uma cultura discriminatória», explica a especialista.”
“Os workshops de maternidade lésbica começam na quinta-feira, 21 de Junho, pelas 18:30 no Museu Benjamín Vicuña Mackenna (Vicuña Mackenna 94 – Metro Baquedano) e é solicitado às participantes uma comparticipação simbólica de mil pesos (1,42 euros) por sessão, que se destinam a materiais.”
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6/18/2007 05:15:00 PM
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tags: alternativa, Chile, família, lésbica, maternidade, workshop
Monday, April 30, 2007
Lesbofobia_7
Discriminação na Universidade Chilena de Concepción
Duas alunas da Universidade cita foram expulsas, depois de humilhadas e insultadas, pelos seguranças da casa de estudo onde se encontravam. Estes alegaram que elas se comportaram de modo imoral, e que o regulamento indica a expulsão em tal caso. Mencionaram também que ‘naquele lugar passam crianças’.
A associação lésbica ‘Mafalda’ tomou conta da queixa das alunas, estranhou a contradição dos actos para com o lema da Universidade: desenvolver livremente o espírito. Convocaram um protesto diante da Universidade, e exigiram reunir com o director Sergio Lavanchy para exigir a substituição preventida e punitiva dos guardas alegando “princípios éticos”.
Ao mesmo tempo, o governo chileno move-se na direcção de aprovar uma lei de união civil entre homossexuais, com deputados e senadores a subscrever um documento iniciado pela associação Movilh, em que colaboraram advogados e professores académicos. O intuito foi acelerar os compromissos assumidos no programa presidencial.
Esta notícia toca-me especialmente. Quando eu andava na faculdade podia namorar onde quisesse, escola ou casa, e podia levar para o apartamento onde vivia, e que partilhava com outras, quem eu quisesse fossem que horas fossem, mesmo que não se tratásse de outra aluna da Universidade. As minhas colegas partilhavam da minha vida sentimental, tanto quanto eu partilhava das delas, e penso mesmo que até a encarregada do edifício conhecia os/as amores de todas nós. Foi, como deveria ser para toda a gente, o melhor momento da minha vida, e não um momento de refrear emoções ou conhecimentos.
Para reportar situações de lesbofobia:
lesbophobie@sos-homophobie.org
ilga-portugal@ilga.org
umar.lisboa@netcabo.pt ou umarpt@netcabo.pt
homofobia@mail.pt
Outros recursos: Lesbofobia_1; Lesbofobia_2; Lesbofobia_3; Lesbofobia_4; Lesbofobia_5; Lesbofobia_6
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4/30/2007 09:30:00 AM
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tags: Chile, discriminação, lesbofobia, uniões civis, universidade
Friday, January 19, 2007
Lésbicas e feministas reúnem-se no Chile.
Apesar de correrem risco de vida, elas não se amedrontam!
O 7º Encontro Lésbico-Feminista da América Latina e Caribe decorrerá na capital chilena, Santiago do Chile, a partir de 7 de Fevereiro próximo.
O evento, que já reúne um número significativo de inscrit@s, vai divulgar a História do Movimento Feminista Lésbico na América Latina e avaliar comparativamente os velhos e novos feminismos, além de promover outros momentos recreativos e culturais diversos. Neste Encontro vão debater-se as políticas que melhor se propiciam nos diversos contextos em que pendem descriminações sobre as mulheres.
Devo recordar o post justamente anterior que noticia uma situação muito séria de lesbofobia ocorrida nesta mesma cidade, apenas a semana passada – um domingo do século XXI d.C.
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1/19/2007 12:32:00 AM
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tags: Chile, encontros, femininstas, lésbicas, políticas
Wednesday, January 17, 2007
Lesbofobia agravada - quanta será silenciada?
E quantos actos pedófilos, e crimes contra a terceira-idade a ocorrerem em público passarão impunes todos os dias?
«Um casal de lésbicas e outras quatro pessoas foram agredidos na madrugada deste domingo, 14/1, no bar El Punto, em Santiago, no Chile. Tudo começou depois que Isabel, 18, e Paz, 21, trocaram um simples beijo na boca. Os jovens receberam pontapés, socos e foram agredidos com barras de ferro por sete funcionários do estabelecimento.
Como se não bastasse, o casal e suas amigas ficaram presas no bar sem possibilidade de ligar para a polícia ou parentes. A ONG Movimento de Integração e Liberação Homossexual (Movilh) anunciou que entrará com uma ação contra o bar.
“Isso é alarmante. É um dos casos mais violentos de que tivemos notícia. Não é possível que sete homofóbicos agridam e seqüestrem um casal de lésbicas só porque se beijaram e ao mesmo tempo agridam seus amigos porque tentaram defendê-las”, disse Rolando Jiménez, presidente da entidade.»
A assunção de que a justiça mora no juízo popular nunca foi propriamente certa: ora peca por cega, ora peca por míope, ora por tardar, ora por se precipitar. Então e agora!? Não se educa o povo a entender os limites das suas competências cívicas!? Onde estão os tribunais de justiça legal!? E a educação para um acertado entendimento das sexualidades!? Onde está o Estado para fazer o trabalho de casa, hein!?
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Grace
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1/17/2007 10:59:00 PM
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tags: agressão, Bar, Chile, educação sexual, homofobia, justiça, lésbicas, popular
