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Thursday, February 21, 2008

7 estudos sobre adopção que todo o juíz deveria ler

«A suspensão é cautelar. A Comissão Permanente do Conselho Geral do Poder Judicial decidiu por 3 votos contra 2 suspender cautelarmente das suas funções o juíz de Murcia Fernando Ferrín Calamita. Esta decisão produz-se depois do Tribunal Superior de Justiça de Murcia (TSJM) ter permitido a tramitação da queixa que uma lésbica apresentou contra ele por abrandar "de maneira maliciosa" os trâmites de adopção.»

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«Quatro estudos de diversos peritos da Academia Americana de Pediatria e de três universidades espanholas avaliam a adopção de menores por parte dos homossexuais.»

«O primeiro dos estudos, 'Coparentalidade ou adopção por segundo pai, por pais do mesmo sexo', da Academia Americana de Pediatria, aponta que "não há nenhuma diferença sistemática entre pais homossexuais e não-homossexuais na saúde emocional, capacidades como pais e atitudes para com o tratamento das crianças. Não há dados que indiquem risco para as crianças como resultado de crescer numa família de um ou mais pais homossexuais."
Esta análise, realizada pelo perito Ellen C. Perrin e o Comité de Aspectos Psico-sociais da Saúde Infantil e Familiar, acrescenta que a orientação sexual dos pais "não é uma variável qe prediga a sua capaciadde para proporcionar um ambiente em casa que apoie o seu desenvolvimento"
»

«O estudo 'A Adopção Homoparental: Entre a Ciência e a Ideologia', do Professor J.L. Predeira Massa da Universidade Autónoma de Madrid e de R. Rodrigues Piedra e Seoane Lago da Universidade Alcalá de Henares, salienta que a grande maioria dos argumentos para não recomendar esse tipo de adopções são de tipo ideológico, "sem dados consistentes".
"Há evidência acerca da inexistência de diferenças significativas no conjunto do desenvolvimento psicossocial infantil em adopções homoparentais e por famílias heterossexuais", refere o estudo respectivo.
»

«A análise 'Filhos de Pais Homossexuais: o que os diferencia' dos Professores da Universidade de Valencia Maria Dolores Frías, Juan Pascual Llobell e Héctor Monterde, aponta que "educar e criar os filhos de forma saudável conseguem-no de forma semelhante os pais homossxeuais e os heterossexuais".»

«Por último, 'Novos Modelos Familiares' realizado pela professora da Universidade de Sevilla María del Mar Moreno, assegura que "os meninos em famílias homoparentais parecem mostrar um desenvolvimento são."»

Friday, June 15, 2007

“Uso da Fertilização In-Vitro a aumentar entre lésbicas”

Esta notícia provém de Inglaterra, mas pode-se adivinhar que fenómeno idêntico chegará eventualmente a mais países europeus, incluindo Portugal.
Recordo que no nosso país as lésbicas estão legalmente impedidas de recorrerem a ajuda médica para engravidarem, nem podem ser mães por adopção, pelo que a maternidade só lhes chega por meios milagrosos! Urge simplificar essa situação por meio de legislação!

O número de lésbicas a usar a fertilização in-vitro está a aumentar, segundo estatísticas.
Entre 1999 e 2006, o número de ciclos de tratamento para casais lésbicos triplicou de 300 por ano para quase 1000. Durante o mesmo período, o número de ciclos de tratamento a que se submeteram mulheres solteiras só duplicou.
Mas os peritos dizem que o maior grupo de mulheres a liderar a corrida à fertilização in-vitro são mulheres com mais de 40 anos, indiferentemente das sexualidades.
Quase 40.000 ciclos de tratamento foram providenciados a estas mulheres em 2006, e os seus números aumentaram 15% em apenas um ano.


Angela McNab, chefe executiva da Autoridade de Fertilização Humana e Embriologia (HFEA), que publicou os números por ocasião da conferência anual da autoridade, em Londres na terça-feira, disse ao ‘The Independent’ que o crescimento da procura para as mulheres com mais de 40 anos era preocupante. (...)

De momento, cada centro de saúde do serviço nacional de saúde aparta separadamente os fundos para os tratamentos de uma FIV. Qualquer mulher que queira submeter-se a eles terá de ser examinada por um médico que fará uma averiguação pelo bem-estar da criança. Durante essa averiguação, eles apurarão a necessidade de um pai, pela criança. Eles inspeccionam a estrutura familiar e as equipas ‘gay-friendly’ avalizam o uso da FIV caso a criança posso ter um forte modelo de papel masculino, tal como um tio ou vizinho. Contudo, alguns centros de saúde irão opor-se ao uso de FIV nos casos em que acreditem que a criança necessita de um pai.
A legislação está correntemente sob revisão pelo Governo.


O custo médio de um ciclo de tratamento está entre 5900 e 11.800 euros. Uma mulher que tenha três ou quatro ciclos, em média quantos são necessários antes que uma mulher conceba, enfrentará uma factura de pelo menos 17.700 euros e até 47.200 euros.

Wednesday, February 21, 2007

Boas novas de além

"Globo Repórter prepara programa sobre adoção por gays"
«O drama... o horror»!!!

"Justiça da França impede lésbica de adotar"
Podre, o velho-mundo...

"Bloco de carnaval gay de Cabo Frio reúne 20 mil pessoas"
Em Portugal, ainda se leva a mal! Máscara é todos os dias!

"Teresina terá condomínio residencial gay"
Se um 'bloco' reúne tanta gente... imaginem todo um 'condomínio-residencial-gay'!

Tuesday, January 9, 2007

Notícias menos alegres sobre adopção lésbica

E esta vem de onde menos se esperaria... um país conhecido como progressista.

Um juíz sueco determinou, em dois casos indênticos, a proibição de duas lésbicas adoptarem os filhos biológicos das suas parceiras, crianças estas que haviam sido geradas por inseminação artificial.

Em ambas as sentenças, o juíz escreveu: “Não é aceitável utilizar a instituição ‘adopção’ para desse modo contornar um direito tão básico da criança. Os benefícios que ela possa lograr da adopção ainda não certificam a sua aprovação”. E em ambos os casos, os casais foram registados pela lei de uniões civis.

Naturalmente as mulheres ficaram incrédulas. Uma jurista já se pronunciou sobre os casos: “Dá a crer que o tribunal está, de algum modo, a tentar punir as mulheres como se elas tivessem feito algo que é contrário aos interesses da criança. Mas fê-lo de um modo que também contraria os interesses da criança.” Em casos anteriores, e depois de recurso, as adopções foram aprovadas. Tal espera-se que aconteça nestes.

É decepcionante que se usem argumentos nitidamente tão distorcidos sob o eco da lei para se justificar uma crença pessoal, que não consegue ter palavra que lhe valha. Insulta a nossa inteligência, é injurioso!
Fica claro de vêr, neste caso como em casos idênticos, que os agentes da lei recusam-se voluntariamente a decidir a favor dos requerentes, envederando por uma interpretação da lei que, na sua opinião, é mais correcta, mas que objectivamente não é sequer consentânea com a máxima a que estão, por honra, obrigados a cumprir: justiça.