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Sunday, November 25, 2007

HOJE: Dia Internacional para Eliminação da Violência Contra as Mulheres

Sapo Mulher:

"Em 2006, foram registados pela PSP e pela GNR 20.595 crimes relacionados com violência doméstica. Nos dados divulgados pelo Ministério da Administração Interna (MAI), o número de vítimas diárias ascende às 43 e os agressores são maioritariamente do sexo masculino, com 25 anos ou mais e geralmente companheiros, ex-cônjuges e ex-companheiros das vítimas."

Público Online:

"Quase oito mil mulheres foram vítimas de violência doméstica nos primeiros nove meses deste ano, mais 514 em relação ao mesmo período do ano passado, segundo dados da Polícia de Segurança Publica (PSP)."

Ainda que, como referido na reportagem do Público, a disponibilidade das vítimas para apresentar queixa esteja a superar a vergonha pelo estigma-tabu da agressão no domínio da vida privada, tendo em conta o crescendo de denúncias, é de crer que ainda se guardem em silêncio casos de violência entre mulheres, especificamente entre parceiras lésbicas.
Os relacionamentos "amorosos", qualquer se seja o seu enquandramento no leque de sexualidades, infelizmente não são imunes aos descontrolos emocionais. Nalguns casos as circunstâncias de vida que rodeiam o casal são motivos determinantes, noutros simplesmente conflitos de personalidades. Em qualquer caso, é necessário fazer saber que todas as ocorrências precisam ser denunciadas, porque a ajuda está ao alcance. Essa é a principal consequência que se quer obter das denúncias.
Então, o meu apelo a todas as mulheres que são vítimas de violência física e/ou psicológica pelas suas parceiras: não tenham vergonha de denunciar, tenham a força para se protegerem, ajudem-se a vós mesmas denunciando.

Re-edito este post só para deixar aqui um link que pode interessar às mulheres que procuram mais informações sobre como lidar com as situações de abuso por parte da sua parceira/ex-parceira:

"Loving me! (Amar-me!) Um serviço único baseado em Manchester..."

Thursday, June 14, 2007

“Violência doméstica entre casais homossexuais é uma «ameaça escondida»”

"O abuso doméstico violento é tão comum e grave entre gays e lésbicas como entre heterossexuais, como se disse numa conferência em Manchester ontem.
A violência entre o mesmo sexo tem sido uma ampla ameaça escondida porque muitos homens e mulheres homossexuais têm receio de denunciar os incidentes à polícia ou a organizações proeminentes de apoio. Mas pesquisas sugerem que uma maior percentagem que a que se sopunha de gays e lésbicas estão a viver com medo de um parceiro abusivo ou dominante.
A Polícia da Grande Manchester instou os que sofrem de abusos em relações homossexuais a denunciarem os seus agressores às autoridades e fez um apelo público para encarar seria e rapidamente com as queixas. A conferência organizada pela Delegação de Pessoal Gay e Lésbico da Polícia da Grande Manchester (...) foi aberta por Michael Todd, o Delegado Chefe da força.
"

"Números do estudo Dia de Contagem, da Professora Betsy Stanko, uma criminologista que trabalha para a Polícia Metropolitana, sugeriu que 4 por cento de todos os incidentes denunciados em qualquer dia são de mulheres atacadas por mulheres e 7 por cento de homens atacados por homens.
Embora os números sejam substanciais, a violência entre casais do mesmo sexo não tem sido considerada um assunto importante, diz a delegação. Também há evidências de que gays e lésbicas são relutantes quanto à denuncia dos incidentes às organizações proeminentes por medo de discriminações."


"Darrelle Lynch, da delegação, disse: «Nós queremos realçar a questão da violência homossexual para que aqueles que são afectados com isso saibam que podem obter ajuda e apoio tanto da polícia como de outras organizações.»
«É justo dizer que as vítimas de violência doméstica foram decepcionadas no passado, mas os tempos mudaram e também a polícia. A força entende o quão importante este assunto é, e está cá para ajudar, caso esteja numa relação abusiva.»
«Nós sabemos quão assustador é denunciar à polícia. Os números mostram que só depois de 35 ataques é que a vítima vai à polícia, mas irá ter a ajuda de que precisa.»"

"Claire Turner, de 37 anos, a fundadora de ‘Amo-me’, um grupo de apoio para vítimas de violência homossexual, descreveu como ficou encurralada numa relação abusiva durante mais de 3 anos. Ela descreveu-a como primordialmente psicológica com confrontos intermitentes de violência.
Ela disse:
«Eu acreditava mesmo, naquela altura, que as mulheres eram maravilhosas e incapazes de ser mais que simpáticas entre si. Mas acaba-se por se perceber que qualquer pessoa na sociedade tem o potencial para se comportar mal»
«Como resultado acaba-se a pensar que a sociedade não irá pensar com seriedade suficiente porque foi outra mulher a executar o abuso. Eu não denunciei.»
«Ela tentou estrangular-me até à morte porque eu disse que me ia embora. Durante toda a relação tinha havido ameaças do tipo "Vou matar-te se fores embora... Não te deixarei ir embora nunca".»"

"A Dra. Kate Cook, uma académica da justiça criminal que lecciona sobre género e a lei na Universidade Metropolitana de Manchester, disse que havia ainda muito trabalho para se fazer de modo a averiguar-se o grau de violência doméstica que existe na comunidade homossexual. Ela disse: «Eu suporia que eles podem estar mais reticentes (que os heterossexuais) sobre denunciarem os incidentes.»
O Assessor do Delegado Chefe Vince Sweeney, da Polícia da Grande Manchester, disse: «A nossa abordagem seria tratar todos os casos de violência doméstica de igual modo». «O nosso protocolo é bastante claro acerca da tomada de uma posição activa, reunindo todas as provas, detendo o agressor e retirando-o da cenário, e levando-o a julgamento o mais rápido possível». «A nossa polícia abraça todos os tipos de relacionamento»."

Clima de medo (no Reino Unido)
- 5%-7% da população presume-se que seja homossexual;
- 65% das pessoas homossexuais evita sempre ou algumas vezes contar a alguém que é homossxeual;
- 48% das pessoas homossexuais já sentiram violência;
- 61% das pessoas homossexuais com menos de 18 anos já sentiram assédio;
- 90% das pessoas homossexuais com menos de 18 anos já sentiram abusos verbais;
- 18% dos incidentes homofóbicos são denunciados;
- 70% das pessoas homossexuais têm medo de denunciar futiros incidentes homofóbicos.
(Fontes: Stonewall; Gay Times; London Gay and Lesbian Policing Group)

Thursday, May 31, 2007

Transexual agredida em Espanha por usar w.c. feminino

Uma transexual sofreu ontem feridas graves como consequência de dois golpes que recebeu num estabelecimento de Zaragoza. A polícia busca quatro pessoas, presumíveis autores da agressão.

A polícia local procura as quatro pessoas presumíveis autoras da agressão. Os factos ocorreram às 8 da manhã no bar Recanto Brasileiro de Zaragoza, e a vítima da agressão, de 58 anos, foi internada no Hospital Miguel Servet onde lhe trataram duas contusões, no peito e na perna direita.

Segundo testemunhas presenciais, o incidente ocorreu quando a vítima utilizou o w.c. de mulheres do estabelecimento e uma jovem que ali se encontrava alertou sobre o sexo biológico da outra utente. Em consequência disso, a jovem provocou a transexual e atirou-lhe um objecto contundente. Outras pessoas que a acompanhavam intervieram na agressão e atacaram com a arma branca da vítima, para que abandonásse o local antes da chegada da polícia.

A agredida, que não deu a conhecer a sua identidade, foi transportada para um centro de saúde onde ficou internada para observações. Fontes policiais informaram que estava fora de perigo. O Recanto Brasileiro é um bar ‘afterhours’, que também funciona como associação cultural brasileira e onde se servem especialidades gastronómicas e música deste país.

Segundo explicações do proprietário, tanto a vítima como os seus agressores “visitavam o bar pela primeira vez”, de modo que nem ele nem outros clientes conhecem as suas identidades. A polícia, que está à espera de autorização dos médicos para interrogar a agredida, já iniciou uma investigação para deter oa agressores.

Tuesday, May 29, 2007

Rugido das Panteras ouvido no Reino Unido/Rússia

"Portuguese Gay Group Slams Russia, the EU and Portugal’s PM Over Moscow Pride"

"Lisboa, 29 de Maio, 2007 - O grupo gay e lésbico Português Panteras Rosa disparou contra as autoridades Russas depois da violência do fim de semana em Moscovo durante a Marcha do Orgulho Gay.

E o grupo também protestou contra o silêncio tanto da União Europeia como do Primeiro Ministro Português José Sócrates, que esteve em Moscovo para conversações no Kremlin, ontem, com o Presidente Putin"

No restante desta notícia do UK GayNews lêem-se transcrições do Comunicado de Imprensa emitido pelo grupo, e divulgado no seu blog.

É preciso rugirmos mais alto, tod@s!

Wednesday, May 23, 2007

39 mulheres assassinadas em Portugal


É sem dúvida difícil ignorar uma realidade tão chocante. E o portal LGBT espanhol 'NacionGay' não ficou indiferente.

Lamenta-se os desfechos que no ano passado não se poderam evitar. Há que evitar outros desde já.

Sunday, March 11, 2007

Lesbofobia_4

Situações passadas

2007, Fevereiro – Chile: Dois casais de jovens lésbicas denunciam à associação LGBT chilena ‘Movimiento de Integración y Liberación Homosexual’ que foram advertidas, de modo grosseiro, para não trocarem afectos nos espaços do parque de diversões Fantasilandia.

2007, Fevereiro – Irlanda: Juntas há 20 anos e casadas no Canadá em 2003, duas lésbicas Irlandesas foram impedidas pela justiça irlandesa de declarar rendimentos em conjunto, e viram a sua união, legal e regular, perder efeito. Recorreram da decisão jurídica, reclamando inconstitucionalidade, e novamente ficaram a perder.

2004, Junho – Espanha: duas lésbicas retiraram-se de um bar de Getaria, depois de terem sido insultadas pelos clientes. Foram perseguidas ainda, pela dona do estabelecimento, que proferiu insultos muito grosseiros. Fizeram uma denúncia a uma associação de defesa dos direitos LGBT, que solicitou à dona do bar que se identificásse. Os dados que esta lhes entregou eram falsos.

2000 – Brasil (7 relatos diferentes):
1. bar em Brasília explusa lésbica por beijo na boca;
2. lésbica e militante é ameaçada de morte, em Minas Gerais;
3. lésbica é drogada num bar e assaltada em casa, no Rio de Janeiro;
4. lésbica de 41 anos é violada no local de trabalho, São Paulo;
5. lésbicas são impedidas de registarem-se num motel, São Paulo;
6. casal de 24 e 38 anos ganha indemnização por injúrias, ameaças e boicote, Rio Grande do Sul;
7. Compaq discrimina lésbicas na internet

1999 – Chile: num esforço para que o governo revogásse a lei que considera a homossexualidade atentatória dos ‘bons costumes’, duas lésbicas lançaram numa rádio local uma campanha que recolheu milhares de apoios. Consequentemente tornaram-se vítimas de injúrias, perseguição, ameaças, tentativas de sequestro. Refugiaram-se na Argentina enquanto solicitaram asilo ao Canadá.

Para reportar situações de lesbofobia:
lesbophobie@sos-homophobie.org
ilga-portugal@ilga.org
umar.lisboa@netcabo.pt ou umarpt@netcabo.pt
homofobia@mail.pt

Outros recursos: Lesbofobia_1; Lesbofobia_2; Lesbofobia_3

Friday, March 9, 2007

Violência pelos olhos de Mulheres e Lésbicas

Anuncia o blog ‘Girls Who Like Porno’ que a 21 e 22 de Abril próximo decorrerá em Barcelona a 1ª Mostra de Curtas de Mulheres e Lésbicas sobre Violência. O evento organizado pela ‘Corto Circuito’ e MAMBO solicitou que fossem inscritos filmes durante Fevereiro, e exibem-nos agora no que designam de “proyecto feminista autonomo, de mujeres y lesbianas para mujeres y lesbianas”. São itinerantes e estão à procura de sediar as suas iniciativas culturais.

Também a COLEGA Jaén programou uma mostra de filmes decorrente das iniciativas do Dia da Mulher.

Para reportar situações de lesbofobia:
lesbophobie@sos-homophobie.org
ilga-portugal@ilga.org
umar.lisboa@netcabo.pt ou umarpt@netcabo.pt
homofobia@mail.pt

Outros recursos: Lesbofobia_1; Lesbofobia_2; Lesbofobia_3

Wednesday, December 27, 2006

Alternativas ao aborto

Hoje o espírito natalício subiu-me MESMO à cabeça!

Por isso lembrei-me de dar uma ajudinha aos apologistas do NÃO à despenalização do aborto. Peço um descontozinho aos meus co-apologistas do SIM, mas o próximo acto irreflectido de propaganda conta a favor dos adversários...

“Uma menina de dois anos morreu hoje em Mazedo, Monção, alegadamente vítima de maus-tratos.”

“Este caso segue-se a um caso idêntico ocorrido a 13 de Setembro no Hospital de Faro, onde faleceu uma menina de dois anos vítima de abuso sexual.

Uma vítima de dois em dois dias

Em cada dois dias, uma criança portuguesa é vítima de maus-tratos, violência que por vezes provoca a morte, segundo um estudo da Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV) (...)”

Então as mulheres devem encarar o sexo com mais responsabilidade...!? E já agora, que parte da responsabilidade devem assacar os homens!?
Pois, desvendem mais argumentos desses!

Wednesday, December 20, 2006

Porque será que me sinto perseguida desde hoje?

Será porque é intenção dos magistrados virar-me as costas se um dia eu vier a viver com a filha violenta de algum advogado, ou mesmo juíz!?
É que apesar das declarações rocambolescas que vieram a público hoje, a lei fundamental portuguesa, vulgo Constituição, e o Código Penal não deixaram, nem deixarão, de condenar a descriminação dos cidadãos homossexuais e a violência contra qualquer cidadão indeferenciadamente do género ou orientação sexual.

Logo de manhã: fico a perceber que o documento que dois homens redigiram é rigorosamente autista! Algum ensaio da estupidez certificada, ou pesadelo a enevoar ainda o meu zapping matinal?
A Fernanda Câncio destaca que as uniões de facto, independentemente do sexo dos unidos, foram simplesmente desconsideradas como potenciais situações com ocorrências violentas. É que seria mesmo complicado, eticamente escandaloso e constitucionalmente desafiante, justificar porque é que naquelas uniões só seria possível punir homens que batessem em mulheres!

Um pouco mais tarde: a dimensão do absurdo é chocante e inadequada a um país moderno que pretende... bem, pretende coisas irrealistas se aceita que certos mentecaptos cheguem a certos cargos. Enfim, um país de pretenciosos!
O Boss vai destacando isso mesmo ao longo do dia, o atradasismo que atrofia as instituições democráticas até à retroversão! Benvindos ao hoje, onde opiniões reinam, esquecem-se arbitrariamente tanto o bom senso como os critérios científicos, fala mais alto quem está no palanque, mas a falta de oxigenação é generalizada!

Ainda a tempo de partir mal-disposta para o almoço: lêr esta notícia como um relato duma banalidade entontence mais do que imaginar o cenário de um conto surreal para ilustrar.
O destaque da SIC é... nada mais nada menos que a inaptidão do tal Parecer para suscitar qualquer efeito prático! Desta forma só se consegue mesmo que haja mais gente desprotegida. Então ‘bora dai mudar a situação! O óbvio alarma para a urgência de especificar que uniões civis entre pessoas do mesmo sexo valem tanto quanto entre pessoas de sexos diferentes, e tanto quanto uniões de facto entre duas pessoas independentemente dos sexos.

Pela tarde fora a realidade foi assentando: felismente um sinal de alguma racionalidade, de alguma 'inteligentia' reconfortante. Já começava a ser fácil admitir a completa ilusão da realidade.
A TSF dá ênfase à posição da Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV) que na voz do seu secretário geral lembra a existência de muitas formas de violência doméstica, diversas na natureza do vínculo jurídico que reúne quaiquer pessoas no mesmo domicílio ou relação. E importa dar atenção a todas! Vítima é tod@ aquel@ que sofre a opressão por parte de outrem, e a APAV recebe cada vez mais queixas de homens oprimidos por homens, mulheres oprimidas por mulheres. Eu também vou apresentar queixa por hoje ter-me sentido violentada nos meus direitos.

Finalmente... o tal de juíz Pedro alardeia o que lhe vem à cabeça num blog (que não vale a pena linkar). A imagenzinha da minoria a forçar a balança deve ser reflexo de algum complexo escondido. Por ali fora ele diz-se compreensivo com os homossexuais, mas não deixa de considerar ‘propagandistica’ a reivindicação das associações lgbt pelo reconhecimento da violência doméstica enquanto crime se entre pessoas do mesmo sexo. Diz o sujeito ‘propagandistica’, porque ao pedirmos isto já apontamos para o reconhecimento legal das uniões civis entre pessoas do mesmo sexo. Hum... ele reprova-as, portanto. Mas louva a nossa suposta reivindicação do direito à diferença.
“Nem menos nem mais, direitos iguais”... o Clube Safo grita-o há alguns anos, mas ele não sabe. Por isso lhe causa estranheza. Já agora... outros que não sejam “instrumentos jurídicos equalizadores” são instrumentos de discriminação, instrumentos criminosos.

Sunday, December 3, 2006

Oh pá!...Vale tudo menos tirar olhinhos


“ Tenho medo de fazer amor com a minha nova namorada, pois a minha ex. namorada batia-me sempre que acabávamos de fazer amor, de forma que tenho receio que possa acontecer o memos com esta.”

Quando li isto na revista, devo por piiiiiiiiiiii ou posso fazer publicidade? …não é que ganhe alguma coisa com isso mas, Telenovelas na secção dedicada a Gays e Lésbicas, enquanto esperava pela “berbequim” da minha Dentista, lógico que me despertou logo atenção e as orelhinhas ficaram em pontas…As ORELHAS, claro.

Mas será possível que em pleno século 21, nós…mulheres moderníssimas e independentes ainda nos sujeitamos a agressões e ainda por cima de outras mulheres. Andamos nós durante anos a fugir do machismos e a querer demonstrar que somos tão capazes quanto eles de virmos a ser Primeiras-Ministras e que não somos meros objectos sexuais, para agora sujeitarmos a namoradas ciumentas e psicopatas.

Infelizmente, este facto acontece. Quando não são agressões físicas são psicológicas. E o que fazer, numa situação destas?...Fugir de casa…Partir para a ignorância e dar uns tabefes também...ou ligar SOS Mulher…pois minhas amigas se não conseguem resolver este assunto em bons modos, conversando então o melhor é agarrar na “Malinha de Cartão” e dar o fora enquanto a coisa não fica mais PRETA ainda.